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By Ferramentas Blog

terça-feira, junho 19, 2012

Quem vê ET não é maluco

Psicólogo da USP diz que relatos de encontros com ETs não estão ligados a transtornos mentais. Agora, quer ir a um retiro ver se esses seres existem mesmo: “a ideia é estar lá na hora”

por Débora Nogueira 
 
 
CONTATOS IMEDIATOS: Leonardo Martins ouviu 46 voluntários que contaram suas experiências com extraterrestres
“Por 4 oportunidades, estive fora do planeta a bordo de naves alienígenas, consciente e acordado. Na primeira viagem a bordo de uma nave, fomos até a Lua. Na terceira vez, eu fui até Marte. Tive que vestir um traje espacial adequado, pois houve um pouso e caminhei lá.”

O relato de um terapeuta de uma tese de mestrado, no mínimo, curiosa. O psicólogo Leonardo Breno Martins, da USP, 34 anos, investigou como supostos contatos com alienígenas se relacionam com transtornos mentais. Quem viu óvnis ou diz ter sido abduzido se encaixa no estereótipo de maluco? Martins traçou o perfil de 46 voluntários que contam experiências com seres de outros planetas e concluiu: a maioria não sofre de alucinações nem fantasia a realidade. Então... eles estão falando a verdade? "Existe um limite até onde o conhecimento científico pode ir", diz Martins, que planeja estar em algum retiro organizado para ver ETs e "testar hipóteses mais de perto".

* Como surgiu a ideia de ver se os estereótipos de transtorno mental tinham relação com os relatos de experiências com ETs?
Martins:
Tudo começou por eu ter nascido em Pedro Leopoldo (MG), onde ouvia relatos de situações diferentes, contados de uma forma convicta. Cresci com as histórias, e resolvi estudá-las promovendo um diálogo entre duas áreas que não conversam muito: relatos de experiências e pesquisas científicas. Meu objetivo foi testar se as pessoas que diziam ter encontrado alienígenas têm mesmo, como é o estereótipo de transtornos mentais, tendência a fantasiar, entre outras variáveis.

* Foi difícil encontrar voluntários?
Martins:
Foi até fácil, porque tenho interesse por esse tema e, por isso, conheço muitas pessoas da área. Então, muitos passavam indicações, fui a grupos de apoio a abduzidos e clínicas holísticas. A dificuldade maior foi encontrar os abduzidos, porque alguns ufólogos tiveram certa desconfiança com meu propósito.

* Os ufólogos desconfiaram de você?
Martins:
Eles tinham medo que a minha pesquisa tivesse a intenção de desacreditar as experiências, sendo que isso não seria científico. A pesquisa científica vai para encontrar, seja lá o que for. Pesquisas precisam estar abertas a confirmar e negar as hipóteses prévias. Quando a resposta apareceu — o estereótipo de “maluco” não se confirmou —, aí sim eles baixaram a guarda.

* Como é o grupo de apoio a abduzidos?
Martins:
São grupos informais, muito parecidos com os de apoio a alcoólicos ou dependentes de drogas. São pessoas que têm lembranças subjetivas de contato com extraterrestres e vão para falar de suas dúvidas, angústias e para fornecer um suporte subjetivo mútuo, uma apoia a outra. Em geral, são coordenados por ufólogos ou praticantes de hipnose, que ajudam a aflorar essas memórias de abdução de cada um.

* A hipnose serve para aflorar essas memórias?
Martins:
A hipnose tem a capacidade de extrair memórias da infância ou situações esquecidas, mas permite emergirem as fantasias, é parte do mecanismo. O problema é que você não tem como certificar o que é memória e o que é fantasia. Por isso, há muitas ressalvas. A quantidade de pessoas que relatou memórias afloradas em hipnose na minha pesquisa é bastante reduzida, foram 3 ou 4 apenas [dos 46 entrevistados].

* Como foi a pesquisa?
Martins:
Dividi os voluntários em dois grupos. Um era de gente que contava experiências mais simples — gente que viu algo de longe, flagrou uma luzinha diferente passando, uma suposta nave aterrissada. E o outro de quem alegava ter sido abduzido ou ter tido contato amistoso com extraterrestres. Não encontrei relação direta dos relatos com transtorno mental, tendência a fantasiar ou necessidade de fugir da realidade.

* Como são essas pessoas?
Martins:
Elas relatam experiências com um grau de convicção alto e demonstram emoções coerentes com o que estão falando. Nas partes emocionantes, elas choram. Nas partes mais tensas, têm sudorese, e a voz e as mãos ficam trêmulas. Isso confirma uma pesquisa estrangeira que relacionava memórias de abdução, reais ou não, com traumas de guerra. A reação física entre esses grupos é parecida, o que mostra que as memórias estão relacionadas a traumas. Resumindo, são bastante coerentes, tanto na convicção do que elas relatam quanto psicologicamente. O corpo reage como se acreditasse também. Têm o senso crítico preservado, sabem que essa memória não é facilmente partilhável, medem as palavras. E reagiam com tranquilidade quando eu demonstrava surpresa ou ceticismo. Algumas falavam “eu sei que é estranho, mas aconteceu”.

* Você acha que as experiências são reais?
Martins:
Existe um limite até onde o conhecimento científico pode ir. A gente não estava lá, estamos pegando a experiência a posteriori. Primeiro se pega as explicações mais simples, que apelam para fenômenos da natureza para tentar explicar o que se observou. Se essas explicações falham, a gente avança em hipóteses cada vez mais complexas. Eu pretendo estar lá, em algum retiro que eles fazem, para ter contatos com extraterrestres, para testar hipóteses mais de perto. Mas para se chegar cientificamente à prova, precisaria ter esgotado todas as possibilidades antes.

* A verdade está lá fora?
Martins:
Dizem que nesses retiros há contatos diretos. Nessa pesquisa, voluntários relataram visões de 10, 20 anos atrás. Agora, a ideia é estar lá na hora. Todos voltam desses lugares falando “eu vi, todo mundo viu”. Eu estando lá, o que eu vou ver? Poderei examinar o ambiente todo, as variáveis, com o olhar da psicologia. Pretendo investigar grupos no Ceará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, na Serra do Cipó.

*Você já viu algum óvni?
Martins:
Eu já vi algo no céu que não soube então explicar, embora devamos lembrar que há uma distância imensa entre ver algo incomum e assegurar que isso é extraordinário. Sempre me interessei e fui a lugares onde supostamente algo estava acontecendo, mas eu era jovem, ia como curioso, conversava com as pessoas, filmava e voltava pra casa. Agora, com olhar de psicólogo, a possibilidade de analisar aumentou muito.

* E se você encontrar um?
Martins:
Se acontecer algo de diferente nas minhas pesquisas... Acho que a ciência é a busca pelo novo. Ninguém faz ciência para repetir o que já se sabe. Eu tenho que estar preparado para encontrar o que for.


Editora Globo




“LUZ VAMPIRA” OU “CHUPA-CHUPA”
O Brasil é um dos líderes mundiais em relatos com óvnis. Histórias colhidas por Martins incluem perseguições por diversos minutos, quase-abduções em que o protagonista se salvou ao se agarrar a um arbusto, destruição parcial de carros por feixes de luz e ferimentos após confrontos físicos com ETs.

No Brasil também aconteceu um dos casos mais notórios da ufologia. Na década de 1970, no norte do Pará, aconteceram experiências reincidentes que se associaram a pânico coletivo, debandada populacional, fervor religioso, vigílias armadas e uso de fogos de artifício para afugentar os supostos discos voadores. O fenômeno chamado de “luz vampira” ou “chupa-chupa” foi relatado como ataques de luzes que causavam furos na pele. Três morreram, e foi necessária a presença da aeronáutica para acalmar a população.

Fonte : revistagalileu.globo.com
 

2012 A NOVA CONSCIENCIA NA TERRA






Vida em Outros Planetas
 
É Incrivel como está sendo debatida calorosamente em Todos os Meios Cientificos & Filosoficos,sejá ele Astronomico,arqueologico,biologico e Outros.Em Todo o Planeta TERRA a Possibilidade de Vida Fora da terra,está ganhando novos patameres na Humanidade,na Hostória,Tomando nossas Mentes,é deixando de ser assunto Insólito,é Sim Tornando um assunto Viável para o Ser pensante.

Tomei um Novo Pensamento é Cheguei á uma Breve conclusão, de que,A Velha Teoria Renasce apartir deste ano de 2012.Uma Renovação o Renascimeto da concepção de que não estamos sós No Universo,Mundos Paralelos etc.Pessoas discutem & debatem Uns com os Outros abertamente na Internet nas vielas em Rodas de Amizades Restaurantes e Bares,Grupos se Reunem em Todo o Mundo,A Própria Igreja Catolica Já Afirmou a Possibilidade de Vida Fora da Terra,é está Convencendo seus Fieis a participarem dessa Nova Ideia Religiosa de que Deus não Habitou só O Nosso planeta,mais Vários e Vários Outros,Por isso devem existir várias moradas na casa de DEUS.

Porque não defender essa Ideia Possivel ? É Não Mais Impossivel !

A NOVA ERA COMEÇOU!


(Alex Romildo * Ufólogo Recife-PE).

quinta-feira, junho 14, 2012

Discos Voadores no Brasil: Novidades sobre Operação Prato!!!

Nova voz sobre a Operação Prato Tenente-coronel aposentado, que foi contemporâneo de Uyrangê Hollanda, faz novas revelações sobre missão na selva
 
 
Muita coisa ainda está para ser esclarecida sobre os avistamentos e ataques a pessoas ocorridos no Pará, entre os anos de 1974 e 1978, especialmente na ilha de Colares, onde foi mais intensa a manifestação do fenômeno que assustou toda a população daquela vasta região, o chupa-chupa. Como se sabe, em 1977 a situação ficou insuportável para os moradores das áreas atingidas e a Força Aérea Brasileira (FAB) decidiu então lançar uma ofensiva para investigação dos ataques, a chamada Operação Prato, que começou em setembro e acabou em dezembro do mesmo ano.
A onda do chupa-chupa ou “luz vampira”, como era muitas vezes chamada pelos ribeirinhos do Pará e do vizinho Maranhão, foi detectada inicialmente na região do Rio Gurupi, que corta ambos os estados e onde mais tarde se concentrariam os casos de maior gravidade que já se viu na casuística ufológica brasileira. A Operação Prato foi lançada num momento em que, felizmente, os ataques começaram a diminuir de intensidade. Mas a vida dos moradores daquelas áreas não foi fácil até que isso ocorresse, e centenas de casos de agressões pelas luzes foram registrados, dos quais pelo menos quatro resultaram em óbitos. A missão militar foi a maior iniciativa de que se tem conhecimento para investigação oficial do Fenômeno UFO no Brasil, e foi classificada como confidencial dentro das normas do Regulamento para Salvaguarda de Assuntos Sigilosos.
Agora, 10 anos após a histórica entrevista de Hollanda, surge um novo militar também disposto a revelar o que sabe sobre as ações secretas da FAB no Pará. O tenente-coronel Gabriel Brasil, aposentado da Aeronáutica e ainda residente em Belém, é este homem. Embora inicialmente reservado e indeciso quanto até que ponto poderia chegar em suas declarações, o militar decidiu contar muita coisa que vinha guardando para si após uma rápida intervenção do editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd. Apesar de não ter participado diretamente da Operação Prato, ele estava na ativa no I Comando Aéreo Regional (COMAR I) durante sua realização, e compartilhou informações com os homens que a conduziram, em especial o coronel Uyrangê Hollanda, de quem foi muito amigo. Como também se sabe, o I COMAR foi a instituição que controlou as atividades da operação.
Já reformado, Gabriel Brasil ainda guarda em seu arquivo pessoal cópias das fotos de UFOs tiradas na ocasião por Hollanda e seus homens em Colares. Ele as apresentou a este autor, mas a maioria delas já era conhecida da Comunidade Ufológica Brasileira, por terem sido várias vezes publicadas em UFO. Em sua entrevista, o militar também descreveu avistamentos de naves que teve pessoalmente nas décadas de 50 e 70, testemunhando que considera o Fenômeno UFO uma coisa séria e inquestionável. Durante o período em que esteve na ativa, ainda na década de 1980, o tenente-coronel foi chefe do extinto Serviço Regional de Proteção ao Vôo de Belém (SRPV-BE). Além disso, na mesma época, foi professor de teoria de propagação ionosférica na Universidade Federal do Pará (UFPA), quando teve um dos avistamentos mais marcantes de vida.
 
 
UFO – O senhor tem em seu acervo algumas fotos que mostram os UFOs observados durante a Operação Prato, e disse ter visto muitas outras e ainda assistido a filmes feitos pelos militares em Colares. O que este material todo contém?
Gabriel Brasil – As fotos são retiradas dos filmes feitos pelos militares da Aeronáutica durante aquela missão na selva. Num deles aparece uma sonda ufológica com 80 cm de diâmetro, que foi fotografada e filmada à noite pela equipe do coronel Uyrangê Hollanda ao lado de um coqueiro. Aquela sonda circulava por Colares e era ela que imobilizava as vítimas e recolhia materiais [Sangue de pessoas e amostras orgânicas e minerais do meio ambiente], segundo as informações da equipe que esteve lá. Além disso, eu assisti a um filme, que os colegas conseguiram, em que se vê a aproximação de uma nave. Ela tinha descido do céu e arriado uma escada para seus tripulantes saírem do objeto. Mas quando eles perceberam a chegada da equipe do Hollanda, subiram de volta no aparelho e decolaram, deixando um rastro de luz bastante intenso e permitindo que fosse feito bastante material fotográfico. As imagens mostravam também como era o funcionamento das tais naves, que aparentemente operavam através da variação da luz [Tese defendida por certos militares que atuaram na Operação Prato]. Agora, o que tinha dentro delas para se fazer essa avaliação, ninguém sabe.
UFO – Algumas fotos da Operação Prato acabaram vazando, mas infelizmente os filmes nunca saíram dos quartéis. O que o senhor, que os assistiu, poderia nos falar sobre eles? O que eles mostravam?
 
Gabriel Brasil – O que eu posso informar sobre a operação militar que aconteceu em Colares é que os registros resultaram principalmente em quatro filmes, que tinham duração de oito a 10 minutos cada. Naquela época, quem comandava o I Comando Aéreo Regional (COMAR I) era o brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro, que reuniu representantes da sociedade e autoridades locais para mostrar o material obtido. Também vieram para aquela reunião militares do Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial, de São José dos Campos (SP). Além deles, acredito, estavam representantes da NASA. Os filmes foram apresentados durante o encontro, mas depois disso nunca mais se soube deles. Eu sempre tive uma forte relação de amizade com o saudoso coronel Uyrangê Hollanda, principalmente por causa de assuntos relacionados a discos voadores, pois ambos apreciávamos o tema. Ele me informou que os filmes obtidos por sua equipe foram enviados a Brasília, e creio que devem estar lá até hoje [Segundo fontes, estariam no Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), na capital do país]. Naquele acervo era possível ver atividades dos objetos voadores não identificados sobrevoando a área, pousando, decolando e até entrando na água direto, sem reduzirem sua velocidade. Os filmes também apresentavam naves pequenas entrando em outras maiores. E ainda mostravam as operações das sondas, que coletavam material.
 
 
 
 
Leia esta matéria na íntegra adquirindo a Revista UFO 136 nas bancas. Autor: Sidney Pereira Filho
Fonte: Revista UFO 136

Creditos : humbertocapellari.wordpress.com

quarta-feira, junho 13, 2012

O MISTERIOSO DISCO DO PRÍNCIPE SABU




A estranha "roda" de 5 mil anos encontrada na tumba do príncipe Sabu, do Egito. O formato, o material e o uso desconhecido fazem deste achado, um mistério, uma peça completamente deslocada em meio  a objetos “de época’”.
 Pode ser um volante de veículo, uma porta de escotilha. O problema é: volante e escotilha de qual veículo? DIR.: Bateria de Bagdá ― Iraque, encontrada em ruínas de 2 mil anos, em 1936. Um arqueólogo alemão concluiu que o pequeno pote de cerâmica era uma bateria elétrica. Outros artefatos semelhantes foram encontrados na região da Mesopotâmia.

No primeiro andar do Museu Egípcio do Cairo e entre as salas muito próximas da Sala das Múmias pode-se parar surpreendido diante de uma pequena vitrine de cristal. Ali está um objeto solitário parecido com uma roda. Este estranho objeto  tem desconcertado e segue desconcertando a todos os egiptólogos que tiveram ocasião de estudá-lo detidamente. E o primeiro deles foi o seu descobridor, Brian Walter Emery, um dos mais importantes egiptólogos do século XX, autor do clássico da egiptologia, Egito Arcaico ― 1961, que segue constituindo, depois de muitos anos, uma referência bibliográfica para o estudo e compreensão das origens da Antiga Civilização Egípcia.

Realizando escavações no ano de 1936, na zona arqueológica de Sakkara, foi descoberta a Tumba do Príncipe Sabu, filho do faraó Adjuib, governante da I Dinastia (3.000 a.C.). Entre os utensílios extraídos do lugar do funeral,chamou poderosamente a atenção de B.Walter Emery um objeto que definiu, inicialmente,  em sua dissertação sobre As Grandes Tumbas da I Dinastia, como: "...um recipiente com forma de uma bacia esquisita...".

Anos mais tarde, em sua obra citada anteriormente, Egito Arcaico, havia um comentário que veio resumir a realidade e a situação deste incomodo cachibache [badulaque, objeto sem serventia]: "...não há nenhuma explicação satisfatória sobre o curioso desenho deste objeto...".

Este utensílio a que se referia B. Walter Emery em suas informações, tem 61 centímetros de diâmetro, e 10,6 centímetros de altura na zona central. Sua construção é esquisita, numa rocha quebradiça e frágil, que requereu um entalhe muito trabalhoso. Sua forma se assemelha a de uma roda de volante de um carro côncavo, com uma espécie de três cortes ou pás curvas que lembram a hélice de um barco e, no centro desta, um orifício com um recorte que se sobressai como se fosse o receptor de um eixo roda ou de algum outro mecanismo desconhecido, disposto para girar.

Como bem é sabido por todos, a postura que mantém a egiptologia oficial a respeito da aparição e uso da roda por parte dos antigos egípcios é muito clara e não deixa dúvida. Sua introdução no Egito nos asseguram, foi durante a invasão dos Hicsos no final do Império Médio, 1.640 a.C., que a utilizaram, entre outras coisas, em seus carros de guerra, e era conhecida também nesse momento por outros povos do Oriente Médio.

Créditos : http://carolinecabus.vilabol.uol.com.br/

quinta-feira, maio 31, 2012

Famosos que avistaram OVNIs: Gordon Cooper – astronauta da NASA


Gordon Cooper, astronauta da NASA.
Data:  1957
Local:  Edwards Air Force Base, Califórnia, EUA
Em 1957, Cooper fazia parte de uma equipe de elite de pilotos de testes na Base Edwards, da Força Aérea dos EUA.  Ele era encarregado de vários projetos avançados, inclusive a instalação de sistemas de aterrissagem de precisão.
Eu tinha uma equipe filmando a instalação, quando eles avistaram um disco.  Eles o filmaram à medida que ele passou acima de nós, e então pairou no ar, descendo vagarosamente até o leito de um lago seco.  Esses caras eram todos profissionais, assim a qualidade da filmagem ficou muito boa.  A equipe de filmagem conseguiu chegar a 20 ou 30 metros dele [d0 disco], filmando o tempo todo.  Tratava-se de um clássico disco voador, prateado brilhante e liso, com aproximadamente 9 metros de diâmetro.  Era muito claro que se tratava de uma nave alienígena.  Quando eles se aproximaram, a nave decolou“.



Quando sua equipe entregou o filme, Cooper seguiu o procedimento padrão e contactou Washington para relatar o OVNI.  Foi quando as coisas ficaram complicadas.
Após algum tempo, um oficial de alto escalão disse que quando o filme fosse revelado eu deveria colocá-lo em um malote e enviá-lo para Washington.  Ele não disse nada sobre eu não olhar o filme.  Foi o que fiz quando o filme retornou do laboratório e estava tudo lá, exatamente como a equipe relatou“.
Mais tarde, quando a Força Aérea começou organizar as evidências e relatos sobre OVNIs (Operação Blue Book), Cooper disse ter mencionado a eles sobre a evidência em filme.
Mas o filme nunca foi encontrado.  De qualquer forma, Blue Book era estritamente uma operação de acobertamento“, disse Cooper.
Cooper também revelou estar convencido de que uma nave alienígena caiu em Roswell, em 1957, e que alienígenas foram encontrados nos destroços.
Eu tinha um bom amigo em Roswell; um colega oficial.  Ele tinha que ser cuidadoso com o que falava.  Mas certamente [os destroços] não eram de um balão meteorológico, como dito pela Força Aérea.  Ele deixou claro para mim que aquilo que caiu era uma nave de origem alienígena, e membros da tripulação foram tirados de lá“.
Por que o governo manteve os OVNIs em segredo por tantos anos?
Tudo começou na Segunda Guerra Mundial, quando o governo não queria que as pessoas soubessem sobre os relatos de OVNIs, para que não entrassem em pânico”, disse Cooper.  “Eles ficariam com medo que se tratasse de uma tecnologia superior do inimigo, contra a qual não teríamos defesa.  Então ficou pior na Guerra Fria, pela mesma razão.  Assim, eles contaram uma mentira e tiveram que contar outra para cobrir a primeira, então outra, então outra… tornou-se uma bola de neve.  E agora eu estou convencido de que muitas autoridades governamentais encabuladas estão lá em Washington, tentando encontrar uma forma de trazer a verdade para fora. Eles sabem que isso deve acontecer algum dia, e tenho certeza que acontecerá“.

quarta-feira, maio 30, 2012

O avistamento de OVNI que convenceu um ministro governamental

Este é um dos avistamentos de OVNI mais convincentes já relatados, ao ponto, inclusive, de convencer um ministro governamental britânico.
Pela primeira vez um avistamento de um disco voador por um piloto da Real Força Aérea Britânica (RAF), relatado oficialmente, pode ser revelado.


O avistamento ocorreu em 30 de julho de 1952, quando o Sargento de Vôo Roland Hughes estava treinamento sobre a Alemanha Ocidental, em uma aeronave Havilland Vampire FB9.
Quando estava retornado à base, ele relatou estar sendo interceptado por um “disco metálico de cor prata brilhante”, o qual voou ao lado de seu avião antes de ganhar velocidade.  O misterioso objeto também foi detectado pelos radares de solo da RAF, os quais gravaram o objeto viajando a velocidades muito superiores a qualquer aeronave conhecida.
Hughs reportou o avistamento as seus oficiais superiores, os quais lhe enviaram para uma reunião com Duncan Sandys, o então ministro da aeronáutica, para que Sandys os interrogasse em pessoa.
Após a reunião, Sandys disse aos seus funcionários mais velhos que estava convencido da história contada pelo piloto.
O avistamento do OVNI não só é um dos mais detalhados por um membro das forças armadas, mas também mostra o quanto as autoridades levaram tais relatos a sério.
Este avistamento foi publicado em documentos liberados pela Churchill Archive, na Universidade de Cambridge.
Em um dos documentos, o qual foi escrito poucos dias após Sandys entrevistar Hughes, então com 23 anos de idade, o ministro conta ao cientista chefe do governo, Lord Cherwell, sobre a reunião, e declara que ele achou convincente o relato do piloto e a evidência que foi agregada do radar.
O avistamento ocorreu logo após um número de relatos por pilotos estadunidenses sobre discos voadores similares.  Sandy declarou: “Não tenho dúvida alguma de que [Hughes] viu um fenômeno similar aos que têm sido descrito por vários observadores nos Estados Unidos“.
Lord Cherwell tinha descartado os avistamentos nos EUA como “psicologia em massa“, mas em seus memorandos Sandys o critica por esta atitude e deixa claro sua posição sobre a existência de OVNIs.
O ministro, mais tarde promovido a Secretário da Defesa, também disse: “Até que alguma explicação científica satisfatória possa ser fornecida, não seria muito inteligente aceitar a visão de que ‘discos voadores’ possa ser descartados como uma ‘leve forma de histeria’ “.  Ele também escreveu que há “ampla evidência de alguns fenômenos inexplicáveis e desconhecidos“.
Os documentos estão entre milhares liberados pelos arquivos nos últimos anos, e descoberto por David Clarke, um acadêmico da Universidade de Sheffield Hallam, enquanto conduzia pesquisas para uma nova edição de um livro sobre OVNIs.
Por coincidência, logo após sua descoberta, o Dr. Clarke foi contatado pelo filho do piloto, que já havia lido uma edição anterior do livro e queria compartilhar a informação do avistamento de seu pai.
Ronald Hughes morreu em 2009, quando tinha 79 anos, mas tinha recontado sua versão dos eventos para seu filho Brian, o qual passou a informação para o Dr. Clarke, junto com o diário de seu pai, no qual ele tinha anotado o avistamento e a subsequente reunião com Sandys.
No relato do incidente feito pelo piloto, por intermédio de seu filho, ele estava em uma de quatro aeronaves da Vigésima Esquadrilha, da Segunda Força Aérea Tática da RAF, retornando para Oldenburg, no norte da Alemanha Ocidental, voando em formação e à grande altitude, com visibilidade perfeita.
Ele reportou ter visto um repentino clarão de uma luz prateada no céu acima dele, que rapidamente desceu em sua direção, até que ele pôde ver que se tratava de um “disco metálico de cor prata brilhante”.
O piloto disse que sua superfície era brilhante, “como uma chapa de lata“, e “sem uma única dobra, ou ruga“.  Ele podia ver, com “incrível clareza” a “superfície metálica absolutamente sem sutura e altamente refletiva“.  Ele estimou seu tamanho em 30 metros de diâmetro.
Nenhum dos outros três pilotos viram o objeto. Deduziu-se que foi devido ao fato de estarem fazendo uma volta na hora do ocorrido e não estariam olhando naquela direção.  Contudo, o radar de solo detetou o objeto.
Seis dias mais tarde, Hughes – que trabalhou mais tarde como piloto comercial – foi enviado para a RAF FAssberg, outra base aérea no norte Alemanha Ocidental, para relatar seu avistamento aos oficiais seniores, bem como para Sandys, que estava visitando o local.
O Dr. Clarke, que é cético a respeito de assuntos relacionados aos OVNIs, disse: “Não há dúvida de que algo foi visto por Hughes.  Ele não está inventando.  Mas a única posição a ser tomada é que não sabemos o que era.  Mas pode haver algum tipo de explicação científica, antes que cheguemos a conclusões precipitadas sobre visitantes alienígenas“.

terça-feira, maio 29, 2012

Objeto encontrado em Aiud na Romenia intriga os cientistas até hoje


Em 1974, na Roménia, a leste de Aiud, um grupo de trabalhadores, nas margens dos rios Mures, descobriu três objetos enterrados em uma vala de areia de 10 metros de profundidade. Dois dos objectos provou ser ossos de Mastodon. Estes encontros de entre o Mioceno e os períodos do Pleistoceno.
O terceiro objeto, o penetrômetro de alumínio de Aiud, também conhecido como o objeto de Aiud, é um bloco em forma de cunha misteriosa de metal semelhante em alguns aspectos para a cabeça de um martelo. O objeto foi enviado para o instituto arqueológico de Cluj-Napoca. O exame deste objeto mostrou a pesar cerca de £ 5. Existem dois orifícios de diferentes tamanhos. O objecto tem dois braços. Traços de marcas de ferramentas pode ser visto nos lados do objecto e, na sua parte mais baixa. Ele mede aproximadamente 8 "x 5" x 3 ".



Dr. Niederkorn do instituto para o estudo de metais e minerais não-metálicos localizados em Magurele, Roménia, concluiu que o objeto é composto de uma liga de um metal extremamente complexo. Doze diferentes elementos se combinam para formar o objeto Aiud. É constituída por: 89% de alumínio, cobre, 6,2%, silício 2,84%, 1,81% de zinco, chumbo, 0,41% de estanho 0,33%, 0,2% de zircónio, o cádmio, 0,11%, 0,0024% de níquel, cobalto 0,0023%, 0,0003% de bismuto, e traço de gálio.
Além disso, este objecto estranho é coberto com uma espessa camada de óxido de alumínio, que dá crédito para a sua antiguidade. Após a análise desta camada de óxido de alumínio, os especialistas confirmaram que o objeto é um mínimo de 300 a 400 anos de idade.
O fato de que este estranho objeto de metal foi encontrada ao lado de ossos do Mastadon levanta muitas questões. Estes resultados ajudaram a acender um debate acalorado na comunidade científica.
Os resultados intrigaram os pesquisadores porque o alumínio puro não é facilmente obtida até meados do século 19. O alumínio não é encontrado livremente na natureza, mas é combinado com outros minerais. O processo de fabricação requer 1.000 graus de calor. Pensou-se que somente nos últimos 100 anos ou mais tem a tecnologia existia com sucesso separar os materiais a partir do minério de rolamento mineral.
Outros especialistas afirmam que o objeto poderia ser de 20.000 anos porque foi encontrado em uma camada com osso de um mastodonte. Talvez este espécime em particular vivido na parte final do Pleistoceno.
Alguns pesquisadores supõem que este pedaço de metal foi parte de um objeto voador que tinha caído no rio. Eles presumem que ele teve uma origem extraterrestre. Outros pesquisadores acreditam que a cunha foi feito aqui na Terra e seu objetivo ainda não foi identificado.
Informações não muito pode ser encontrado sobre este assunto. A falta de dados pode possivelmente ser explicada pelas restrições impostas à arqueologia e história pelo regime comunista da época.

Fonte: socialUfo GUBF/RJ

segunda-feira, maio 28, 2012

Ufos invadem o Ceará e deixam as pessoas em estado de Pânico






Moradores da localidade de Almécegas, no litoral oeste do estado do Ceará, Brasil, alegaram estar recebendo visitas de extraterrestres.
Assista a reportagem abaixo da CETV 1ª Edição.  Vale salientar que as declarações da primeira testemunha neste vídeo, onde ele diz que o objeto luminoso desceu e ficou pairando no ar, são muito similares às de uma testemunha da reportagem do estado de Missouri, nos  EUA.







Palestra com o Grande Ufólogo Ademar Gevaerd

 

 

Palestra Realizada no dia 28 Julho de 2011 durante o evento COSMOS X.

O jornalista e editor da Revista UFO fala sobre os documentos oficiais liberados pelas Forças Armadas sobre o fenomêno UFO.

Ademar José Gevaerd é editor da Revista UFO, publicação do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), entidade do qual também é fundador e presidente.
Gevaerd começou suas atividades na Ufologia ainda muito jovem, com 12 anos. Foi professor de Química até 1986, quando desistiu da área para dedicar-se exclusivamente à Ufologia.
Ainda na década de 1980, foi convidado pelo Dr. J. Allen Hynek para representar no país o Center for UFO Studies (CUFOS). É diretor nacional da Mutual UFO Network (MUFON) e diretor para a América Latina do Annual International UFO Congress.
É considerado um dos mais conceituados ufólogos do mundo.
Em seu blog Ufologia com Seriedade e Dedicação, Gevaerd, trata dos bastidores da Ufologia Brasileira e Mundial e das perspectivas para o futuro da disciplina. E também discute a questão fundamental do tema: está próximo o contato direto com nossos visitantes?

O evento COSMOS -- Realidade e Mistérios é realizado anualmente em Araçatuba no mês de Julho pelo Serviço Social do Comércio (SESC) em parceria com o Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais (INAPE) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Tradicional em Araçatuba, o ciclo de palestras e debates propõem aos participantes uma reflexão sobre a condição humana na Terra e no Universo. O objetivo é difundir o estudo da astronomia e ciências afins, assim como promover o debate sobre a existência de vida fora da Terra, incentivando a curiosidade científica.

quarta-feira, maio 09, 2012

Governo do México espera que Fim do Mundo atraia 12 milhões de Pessoas




O Departamento de Turismo mexicano acredita que o fim do mundo em dezembro de 2012 trará 12 milhões de visitantes ao país.

O setor anunciou que irá investir US$8 milhões para promover o turismo ao mundo Maia, no sudeste do México. O governo do país disse que não acredita na profecia, mas vai aproveitar para capitalizar essa profecia maia.

A secretária do turismo do México, Gloria Guevara, acredita que os 12 milhões de turistas esperados podem trazer aos cofres públicos cerca de R$25,6 bilhões.

Segundo a lenda, a civilização maia era fascinada por astrologia e construiu um calendário que terminava exatamente em 21 de Dezembro de 2012. Após isso ser descoberto, pessoas de todo o mundo levantaram teorias que o fim do mundo aconteceria nesse dia. Porém, os especialistas afirmam que o fim do calendário não significa o fim do mundo, e sim o início de um novo ciclo.